Internet
Jogos da Marvel devem ser produzidos pela Disney
por Manoel em Aug.31, 2009, sobre Internet
Certamente você ouviu falar da compra da Marvel pela Disney, divulgada hoje. A venda foi fechada em US$ 4 bilhões e uma das perguntas que nos fizemos o Joystiq respondeu: como ficam os jogos licenciados da Marvel?
Segundo divulgado pelas duas gigantes, tudo fica como está. Por enquanto. Isso porque a Marvel tem contratos de licenciamento de seus personagens com diversas softhouses, como Activision, Sega e Capcom. (leia mais…)
Wolfram Alpha pode aparecer nos resultados do Bing
por Manoel em Aug.24, 2009, sobre Internet
Microsoft e Wolfram Alpha podem fechar um acordo que permitirá que o Bing utilize alguns resultados do Wolfram Alha em seu sistema de buscas.
Com o acordo, o mecanismo de busca da Microsft poderá apresentar resultados científicos e de cálculos matemáticos complexos originados no Wolfram Alpha. Ainda não se sabe como esses resultados serão apresentados, mas o acordo deve ser anunciado oficialmente em breve. (leia mais…)
Pesquisa mostra que dados dos usuários não estão seguros
por Manoel em Jun.08, 2009, sobre Internet, Tecnologia
Um estudo da Universidade de Berkeley constatou que os dados pessoais dos usuários não estão tão seguros assim quanto os sites das empresas dizem. Segundo dados da pesquisa, todos os sites mais acessados dos EUA compartilham informações de seus usuários com parceiros, além de permitirem que rastreadores também façam uso dos dados.

Imagem: University of California
A pesquisa foi feita pela Escola da Informação de Berkeley, uma instituição da universidade. Os pesquisadores, Joshua Gomez, Travis Pinnick e Ashkan Soltani passaram um ano analisando as práticas de coleta e compartilhamento de informações dos 50 sites mais acessados nos EUA.
Web Bugs
Um ponto chave do estudo é o uso de web bugs nos sites. Esse recurso é usado por sites de mensuração de tráfego (como Google Analytics) e servidores de publicidade para rastrear os usuários para uso em marketing ou para traçar o perfil de comportamento.
Um mecanismo parecido é usado por buscadores para indexar os sites. São robôs, que varrem a web em busca de informações. Os pesquisadores encontraram ao menos um web bug em cada um dos 50 sites mais visitados. E na grande maioria deles, havia um grande número deles.
Os pesquisadores dizem que as práticas dos sites vão contra o que os usuários mais se preocupam. Os dados coletados mostram que 40% dos usuários têm como maior preocupação o controle sobre seus dados pessoais e exibição pública deles.
Recomendações
Diante desse cenário, os pesquisadores recomendam que os sites digam aos usuários que seus dados serão compartilhados e com quem, assim como as empresas terceirizadas que usam os dados fornecidos pelos sites.
Em relação aos usuários, a recomendação é que seja permitido que o usuário escolha se quer que seus dados sejam compartilhados com parceiros dos sites. Além disso, os pesquisadores querem que os contratos de privacidade sejam mais claros, especialmente com relação à utilização de informações do usuário por terceiros.
Mais ainda: quer que haja um formulário para reclamação junto à FTC (Federal Trade Comission), caso o usuário sinta necessidade de reclamar sobre a empresa.
Os pesquisadores criaram um site onde reuniram todas as informações sobre o estudo. O endereço é: http://www.knowprivacy.org
Fonte: Techguru
Opera supera o Safari na guerra dos navegadores para celular
por Manoel em Jun.08, 2009, sobre Celular, Internet
A batalha de cavalheiros entre Opera, Safari, Nokia Web Browser e RIMM BlackBerry Browser teve uma reviravolta. Esquentou a briga entre os dois “tops” de navegação em iPhone e o Opera passou a ser o mais usado. O título do post foi inspirado em uma matéria da CNN sobre os navegadores para celular.
Imagem: Reprodução
Pelo ranking divulgado, 24,6% das páginas abertas em iPhone foram pelo Opera, contra 22,3% no Safari. Nokia fica em terceiro com 17,9%.
A explicação de alguns analistas para isso é a maior distribuição do Opera, já que o Safari só funciona em iPhone ou iPhone 3G.
Fonte: Techguru
Google apresenta Squared
por Manoel em Jun.05, 2009, sobre Internet, Tecnologia
O Google apresentou hoje uma nova ferramenta de busca, com base em semântica. O chamado Squared promete ajudar o usuário a reunir informações em uma só página, reduzindo o trabalho.
De acordo com a empresa, em uma busca por “países”, por exemplo, o serviço listaria, na primeira coluna, as nações; enquanto nas outras ficariam informações adicionais, como mapa de localização, capital, área e idioma.
A verdade, entretanto, é que pelo menos por enquanto ele não ajuda muito. Nos testes que fizemos, o buscador nem sempre “entendeu” o que estávamos procurando. E, nas vezes que entendeu, poucas foram as ocasiões em que trouxe resultados realmente interessantes.
Obviamente, ainda está em fase de desenvolvimento e deve melhorar. O próprio Alex Komoroske, gerente de produto associado para o Google Squared, disse que “enquanto recolher dados da internet é relativamente fácil, porém tedioso, para os humanos, é uma tarefa muito mais difícil para os computadores executarem automaticamente.” E ressaltou que este é apenas um primeiro passo. Mas, pelo menos para nós aqui do TG, foi um pouco decepcionante.
Fonte: Techguru
O Novo Serviço de Busca da Microsoft chamado Bing
por Manoel em May.29, 2009, sobre Internet, Tecnologia
O Bing, nome que a Microsoft deu ao seu novo serviço de buscas, revelado na quinta-feira, é uma resposta ao Google ¿ nome que no passado pouco significava mas se tornou parte da linguagem cotidiana como sinônimo para executar uma busca na web. Depois de meses de, ahn, buscas, a Microsoft decidiu adotar o nome Bing como substituto do perfeitamente esquecível “Live Search”, o qual era ele mesmo um substituto do MSN Search.
A Microsoft investiu bilhões de dólares nesses serviços e nem assim conseguiu retardar o avanço do Google, de modo que um nome novo certamente não vai atrapalhar.
Os gurus de marketing da Microsoft esperam que Bing não seja lembrado como o nome de uma espécie de cereja ou de uma casa de strip-tease em Família Soprano, mas sim como um som: o som de um sino que soa para pontuar um momento de descoberta, quando uma busca conduz a uma resposta.
O nome tem por objetivo servir como “o som da descoberta”, à medida que o Bing ajuda as pessoas em tarefas complexas como escolher uma câmera, disse Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior do grupo de audiências online na Microsoft.
E caso o Bing se torne um termo de uso comum, como “Xerox”, “TiVo” ou, bem, “Google”, isso certamente agradaria a empresa. Steve Ballmer, o presidente-executivo da Microsoft, disse na quinta-feira que apreciava o potencial do Bing de “virar verbo”. Além disso, afirmou, “funciona no mundo inteiro e não tem conotações negativas ou incomuns”.
Alguns especialistas em marca afirmam que a escolha do nome Bing é um bom começo, mas também a parte mais fácil do desafio que a empresa precisa enfrentar, porque a maioria das pessoas recorre ao Google sem pensar duas vezes.
Michael Cronan, cuja consultoria ajudou a criar nomes como TiVo e Kindle, para a Amazon, diz que o som, a brevidade e o final em “ing” do nome Bing são todos pontos positivos.
“O nome parece prometer que a pessoa encontrará aquilo que está procurando, o que é excelente”, ele afirmou. “Mas o sucesso depende inteiramente da qualidade da experiência que a Microsoft seja capaz de propiciar”.
Peter Sealey, antigo vice-presidente de marketing da Coca-Cola, diz que a Microsoft deveria ter selecionado um nome que tenha conotações mais diretas de pesquisa. “Bing não tem valor estabelecido; sinaliza coisa alguma”, disse Sealey. “Vai custar muito caro a criação de uma imagem para essa coisa chamada Bing”.
O nome Google é um jogo verbal com a palavra “googol”, que representa o número um seguido por cem zeros. A empresa afirma que o nome é referência à sua ambiciosa missão de organizar toda a informação do mundo.
Perguntado sobre a escolha de nome da Microsoft em uma entrevista coletiva na quarta-feira, Sergey Brin, um dos co-fundadores do Google, disse que não estava suficientemente informado sobre o novo serviço para comentar. Mas acrescentou, em tom brincalhão: “Estamos bem satisfeitos com o nome Google”.
Enquanto isso, alguns profissionais de tecnologia já começavam a espalhar a brincadeira de que Bing também serve como um acrônimo pouco afortunado para “But It’s Not Google” (mas não é o Google, em português).
Google Wave pretende unificar email, IM e todas as formas de comunicação na web
por Manoel em May.29, 2009, sobre Internet, Tecnologia
O Google apresentou nesta quinta-feira durante a conferência I/O o seu novo email que pretende substituir não só os atuais correios eletrônicos como também quase todas as outras formas de comunicação online. O “Google Wave” combina email, chat, troca de fotos e vídeos, feeds e muitos mais em um mesmo ambiente colaborativo.
Em 2004, quando o Google lançou o Gmail, o velho conceito de webmail foi totalmente modificado. Além de fornecer uma quantidade de espaço inimaginável até então (2 GB contra os parcos 25 MB do Hotmail na época), o correio eletrônico do Google transformava o caos de nossas caixas postais em “conversas” muito mais fáceis de se administrar.
Foi uma revolução, mas para os irmãos Lars e Jens Rasmussen, engenheiros de software do Google, ainda é possível melhorar. Na opinião deles, as principais formas de comunicação na web – email e mensagens instantâneas – ainda simulam conceitos analógicos. As formas de troca de informações na internet, por outro lado, evoluíram drasticamente nos últimos anos, com o surgimento dos blogs, wikis, documentos colaborativos, Twitter, RSS, etc.
- De certo modo, nós pegamos dicas de todas as ferramentas de comunicação existentes – disse Jens ao site Webmonkey.
No novo produto, uma “wave” (onda) inclui lado a lado partes de “conversas” e documentos, permitindo que as pessoas se comuniquem enquanto trocam arquivos como textos, fotos, vídeos, mapas, etc. Tudo no mesmo ambiente.
Nós pegamos dicas de todas as ferramentas de comunicação existentes.
A ideia por trás do Wave é unificar todos esses modelos em um “continuun” suave, da forma mais simples possível; e tirando proveito das atuais capacidades dos computadores (e da web), ao invés de imitar formas não-eletrônicas.
E como isso funciona? O primeiro passo é criar uma “Wave” e convidar pessoas para participarem dela. Todos que estão na mesma “onda” podem incluir textos, fotos, wikis, links, etc. Cada item da “onda” pode ser comentado ou editado e as modificações são vistas por todos em tempo real. Segundo o Google, a latência é medida em poucos milissegundos. E se você perde alguma parte da conversa, é possível reprisar todo o processo, para entender como ele evoluiu.
Os participantes da conferência Google I/O puderam testar o produto nesta quinta, mas ele só estará disponível para o público em alguns meses. Quem quiser ser avisado sobre o lançamento, basta se inscrever em http://wave.google.com/ . Já existe um grupo de APIs que podem ser utilizadas por desenvolvedores no site http://code.google.com/apis/wave/.









